maio 01, 2017

Diário de Bordo :: 01/05/2017

maio 01, 2017


Bom dia! Hoje é dia do trabalhador. Não importa qual sua profissão: feliz dia para você! Hoje não fizemos absolutamente nada. Mas não por ser dia do trabalhador, e sim por ser segunda-feira, nosso semanal dia de folga. Ok. Não foi exatamente nada que nós fizemos. Hoje foi dia de cuidar de nós mesmos. Ligia precisava de um documento que estava com seu pai. Fomos até sua casa. Aproveitamos e fizemos caminhada no parque. Todos juntos. Resolvemos pedir pizza e passar a noite na casa do papai. Quando chegamos perto de seu prédio, vimos um espetinho. O assassinato da nossa fome aconteceu ali mesmo. Ligia e Gabriel se contentaram com o tamanho do espetinho. Os demais queriam mais. Subimos para o apartamento. Sentamos em frente à TV. Fernando não tem TV em casa há dez anos, mas quando senta em frente a uma TV, fica hipnotizado. Gabriel, Febraro e Samuel acompanharam a sessão de hipnose. Ligia se divertiu com o brilho nos olhos dos quatro em frente à TV. Passamos uma gostosa noite juntos. Somos uma família muito feliz. Até quando estamos fora de casa estamos juntos. Até nos dias de folga estamos juntos. Infelizmente, todo dia tem seu fim. E nosso dia de folga está chegando ao fim. Voltamos para nosso lar. Precisamos dormir cedo porque acordaremos muito cedo amanhã. É claro que dormir cedo nós não conseguimos. Toda noite nós perdemos o sono para ouvir um ao outro. Mas o dormir é necessário. Fechamos nossos olhos e ouvimos o silêncio. E os cachorros latindo. E os sapos na praça. Boa noite.

Grupo Casa - Coletivo de Artistas
01/05/2017

abril 30, 2017

Diário de Bordo :: 30/04/2017

abril 30, 2017


Mais um domingo. Mais uma aventura. Hoje a Turma do Bagacinho resolveu contar a história de Dom Quixote de La Mancha para as crianças que estavam lá no Teatro Arena Bosque. Para isso, precisamos acordar dispostos. Logo cedo, já estávamos de malas prontas para mais uma viagem. Mas antes, tomamos um belo café da manhã e um refrescante banho. Nos apertamos nos carros. Pessoas e figurinos. Cenários e instrumentos musicais. Amor e aventura. Ensaiamos durante a manhã. Organizamos o palco e o camarim. Rimos.  Ligia nos orientou. Fernando afinou a iluminação. Ligia e Fernando nos ensinaram. Todo domingo aprendemos algo novo. O palhaço nunca sabe tudo. Conversamos. Nos abraçamos. Os abraços são muito frequentes dentro dessa companhia de teatro. Nos abraçamos como se não nos víssemos há dias. Recomendo que façam isso em casa. Mais um abraço. Dessa vez, abraço coletivo. Nossas barrigas pediram comida. Almoçamos. Descansamos. Nos preparamos para o grande momento. Saímos de nossa vida para entrar na vida de nossos palhaços. Passamos som. Fizemos a oração do palhaço. Toi toi toi. E chegou o momento. E aconteceu o momento. Um espetáculo de 40 minutos que parece ter horas de duração. Infelizmente, mais um espetáculo chegou ao seu fim. Organizamos o palco e os nossos figurinos para a próxima aventura. Após passado todo o grande dia, continuamos aprendendo. Nunca paramos de aprender com Ligia e Fernando. De onde tiram tantos ensinamentos? Quero ser como eles quando eu crescer. Decidimos ir embora. Na verdade, nossas barrigas novamente nos lembraram que temos obrigações com o mundo externo. Saímos todos com o mesmo objetivo: lanchar. Além do lanche, estávamos com saudades dos cachorros. Os três nos receberam com muita alegria. Depois de um dia de muito trabalho, só nos restou algumas horas de ócio para que pudéssemos acordar renovados para o próximo dia de trabalho. Organizamos a casa. Lavamos a louça. Botamos os cachorros para dormir. Trancamos as portas que precisavam ser trancadas. Subimos. Nos banhamos. Deitamos. Se dormimos cedo, não sabemos. Mas estamos prontos para outra. Até amanhã. Boa noite.

Grupo Casa - Coletivo de Artistas
30/04/2017

abril 29, 2017

Diário de Bordo :: 29/04/2017

abril 29, 2017

Amanhecemos cantando. Em coro. Individualmente. Em coro novamente. João nos guiou durante todo o tempo. Percebemos que deveríamos almoçar, já estava quase na hora da aula das crianças. A trupe foi dividida conforme suas tarefas individuais. Fernando acendeu um incenso comprado em Bonito. E indicou que comprássemos incensos assim que virmos algum à venda, pois parece ser impossível encontrar incensos em Campo Grande. Enquanto almoçávamos, Ligia deu início à aula. Febraro e Samuel deram continuidade. Ligia retornou à mesa, com sobremesa. Conversávamos sobre política. Outras crianças começaram a chegar em casa. Pediram para brincar com os cachorros, disseram que adoram quando os cachorros pulam nelas. Febraro e Samuel deram a segunda aula da tarde. Ligia leu os textos das crianças para criação dos espetáculos infantis. Roberto assistiu piadas de surdo na internet. Ficamos largados por alguns minutos para descansar da tarde de trabalho. Iniciamos novo ensaio para o espetáculo de amanhã. Os cachorros brigaram. Um deles se machucou. Demos carinho e atenção a ele. Ficou tudo bem. Retomamos o ensaio. O espetáculo está ficando mais bonito ainda. Estamos emocionados, cada vez que contamos essa história ficamos emocionados. Fim de ensaio. Conversamos sobre as dificuldades e as necessidades de sermos um coletivo de artistas. Foi um sábado cheio. Foi um sábado delicioso. Nos separamos para nossas individualidades e logo nos juntamos para jantar. É difícil ficar muito tempo separado de nós. Nós. Mas é necessário. Colocamos os cachorros para dormir. Apagamos as luzes. Deitamos. Boa noite.


Grupo Casa - Coletivo de Artistas
29/04/2017
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abril 28, 2017

Diário de Bordo :: 28/04/2017

abril 28, 2017

O Sol! Hoje o dia está claro. Tão claro como nosso trabalho. Parece poesia. Comemos palha italiana de sobremesa, estava uma delícia. Mas melhor que isso é começar a trabalhar. Começamos conversando sobre os textos dos alunos das turmas infantis. Passamos a trabalhar individualmente. A casa se manteve em quase total silêncio por 41 minutos, restando o barulho dos teclados trabalhando, da respiração essencial, dos carros passando na rua, o que tirou nosso silêncio foi a palavra "amor". Quatro pessoas ouviram essa palavra. Conversamos sobre água mineral durante vinte e três segundos. Da água para o pão. Conversamos sobre o pão que o Fernando queimou na torradeira. O trabalho de ontem continuou hoje. Todos juntos, na mesma sala, cada um em seu ambiente. Os sons de trabalho se disputavam. Hoje tivemos um belo ensaio. Domingo a turma do Bagacinho vai contar a história de Dom Quixote de La Mancha lá no Teatro Arena Bosque. Se a minha humilde opinião vale alguma recomendação neste blog, eu recomendo que todos assistam essa história. É a minha preferida. Já assisti 3 vezes. Chorei nas três. Ensaiamos a peça. Ensaiamos as músicas. Assistimos ao vídeo da peça. Ensaiamos as músicas mais algumas vezes. Não cansamos de cantar. O coro da nossa turma é muito bonito. Tão bonito como o céu estrelado que faz essa noite. Está tarde, mas nossa noite não acaba agora. Nossa noite nunca acaba. Boa noite.

Grupo Casa - Coletivo de Artistas
28/04/2017
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abril 27, 2017

Diário de Bordo :: 27/04/2017

abril 27, 2017

Às 14h esperávamos começar nosso dia de trabalho, mas o mundo precisou esperar que almoçássemos. Já sem fome, conseguimos energia suficiente para trabalhar até as 22h. E que dia produtivo. Ligia e Fernando foram ao cartório. Ficamos esperando que voltassem para que o dia fizesse sentido novamente. Conversamos sobre a vida, o que nos deu um pouco mais de energia. Durante a tarde, Samuel trabalhou em seu portfólio, Ligia organizou projetos, Febraro editou textos dos espetáculos das crianças, Thaisa atualizou planilhas, Kelly trabalhou no seu ateliê, Fernando estudou deitado embaixo da escada, João e Azar ensaiaram músicas do próximo espetáculo das aventuras da turma do Bagacinho, Daniel trabalhou do lado de fora de casa, onde havia frio. Que dia frio. Mas não o suficiente para nos fazer parar de trabalhar, trabalhar é o que mais gostamos de fazer. Gabriel chegou da faculdade e foi lanchar. Febraro acompanhou. Os dois se juntaram para escrever texto de sua cena da aula de teatro. Já está escuro. Teríamos aula para a turma dos bebês, mas esta turma foi remanejada para sábado de manhã. De todas as semanas. Permanecemos criando: histórias, planilhas, músicas, textos, desenhos, falas, viagens. Ei. Lembrei que tínhamos filmagens diárias que registravam 1 minuto do dia do Grupo Casa. Se hoje escolhêssemos filmar os cachorros, o vídeo pareceria aqueles gifs que repetem a imagem continuamente, de tanto que os três correram hoje. Bom, pelo menos eu acho que devam ter corrido por mais de um minuto, não tive tempo de contar os segundos. Ninguém teve. Edson, Ana Kariny e Dani vieram nos visitar, aproveitaram e fizeram aula de teatro. Você deveria vir também, fica o convite. A aula começou ao som de Enya e terminou ao som de Ligia. Enquanto parte do mundo se resumia à sala de ensaio da nossa casa de cultura, os cachorros latiam para a outra parte do mundo. E corriam. Ainda. A noite foi trazendo o momento de parar e descansar. Doce ilusão. No teatro ninguém descansa. O teatro permanece dentro de nós até quando dormimos. Fora também. E assim todos temos uma boa noite. Boa noite.

Grupo Casa - Coletivo de Artistas
27/04/2017

abril 26, 2017

Diário de Bordo :: 26/04/2017

abril 26, 2017

O dia de hoje começou com muita chuva e trovoadas. Alguns acordaram assustados às 4h. Ligia estava de janela fechada e coberta até a cabeça, não acordou. Amanheceu. O sol e o calor predominaram até o meio da manhã. Choveu novamente. Procuramos nossos casacos no fundo do armário. Hoje o expediente começou depois das 14h. Tarde fria. Ligia decidiu reformular nosso horário de trabalho, mantendo o horário comercial do Grupo Casa como sendo das 14h às 21h. Às 14h alguns ainda não haviam almoçado. Almoçaram. Thaisa retornou à companhia, está trabalhando conosco novamente depois de exato um ano fora. Todos trabalharam durante a tarde. Alguns se dedicaram à limpeza e organização da casa. Febraro e Samuel prepararam a aula das crianças. Daniel preencheu os certificados dos participantes da oficina Leitura em Movimento. Kelly foi na fisioterapia. Thaisa ligou em diversas escolas para convencer os educadores sobre a importância da Turma do Bagacinho para as crianças. Gabriel estudou. Preta artesanou. Febraro e Samuel deram aula para as crianças. Kelly trabalhou no novo figurino da Mixirica. Shakespeare, Chaplin e Nelson estavam no quintal. Chovia. Os três não paravam de olhar pelo vidro da porta implorando para entrar. Fernando estudou teatro. Ligia leu textos dos alunos da turma adulta. Conversamos sobre a época da escola, mais especificamente, sobre o quão cedo tínhamos que acordar para ir à aula. Fernando e Ligia deram aula para a turma de adultos. Ficamos com fome. Aos poucos, as despedidas necessárias foram feitas. Jantamos. Organizamos a casa para que ela dormisse e nós também. Até amanhã. Boa noite.


Grupo Casa - Coletivo de Artistas
26/04/2017

março 29, 2017

DIÁRIO DE BORDO: 28/03/2017

março 29, 2017
   Tomamos café da manhã e nos dividimos em nossas existências para o coletivo. Depois do café da manhã, houve um mundo habitado por Ligia, Fernando, Preta, Azar, Samuel, Febraro, Gabriel, Yasmim e Daniel. O almoço foi preparado enquanto outras ações nos levaram a reformar o jardim da casa para o 2º Zappada, que acontece na sexta-feira. Transferimos vasos de lugar, plantamos mudas, descobrimos decorações e nos encontramos com uma grade antiga de cenários para ser companhia das plantas. Lemos livros, anotamos coisas, perdemos cadernos, vimos filmes. Todos fazemos coisas. Fizemos. Em alguma hora, almoçamos. Ligia passou o dia montando projetos da companhia e respondendo nossos e-mails de trabalho. Nos aproximamos para falar de festivais e planos para o futuro de abril e maio. O expediente ameaçou acabar quando Ligia fechou o computador e terminou de vez quando a agenda foi fechada também. Abrimos a discussão do jantar, onde iríamos e decidimos. Nos apertamos oito em um carro e seguimos viagem. Mudamos o destino no caminho, como de costume. Concordamos por um restaurante chinês. Comemos peixes, frangos e arroz. Voltamos para casa e colocamos os cachorros para dormir. Terminamos problemas e o dia assistidos por xícaras numa reunião improvisada na cozinha. Tivemos a conversa que deveríamos ter. Conversamos sobre as dificuldades de se conviver e as necessidades de se evoluir num coletivo. Sobre as portas que se faltam comprar, as intimidades que geramos e os erros por desmedida. Tudo está relacionado ao porco espinho interior de cada um de nós. Não demos nome aos bois. Preta fez o almoço, Azar e Gabriel fizeram o jardim, Val limpou a casa, Ligia, Fernando, Febraro e Samuel conversaram na cozinha. Vivemos uma terça-feira cheia. Nos aproximamos e nos afastamos. Olhamos o outro de outro ângulo e por isso ele já não era o mesmo. Não tenho muita coisa a contar além do meu ângulo. As companhias se fazem através de problemas. Tudo é problema. Não nos suportamos e nos amamos. Uma coisa bem feita é teatro. Por vezes me perguntam o que vou fazer se o Grupo Casa não der certo. Porque isso pode não dar certo. Eu nunca respondi. A escrita é sempre mais corajosa. Penso que se der errado, minha primeira atitude será calçar meus sapatos. Boa noite.


28/03/2017.

março 21, 2017

DIÁRIO DE BORDO: 20/03/2017

março 21, 2017
   Às 12;00, pusemos a mesa do café do manhã e nos pusemos no mundo. Antes estivemos em camas e celulares. Organizamos a casa para iniciarmos o dia de trabalho e iniciamos. Durante o dia, fiz o diário de bordo de outro dia enquanto Fernando se sentou ao computador junto de suas anotações para escrever Robin Hood para a Turma do Bagacinho, Ligia cuidou da parte financeira da companhia, Febraro refez a biblioteca infantil, Azar saiu para vender artesania, Preta costurou o figurino de Kelly e Gabriel esteve na faculdade. Estivemos ocupados até às 17:00, quando fomos desocupados pelo almoço. Comemos frango, Gabriel chegou e nos organizamos para iniciar o ensaio de música. Diário de bordo postado, chás feitos e todos a postos, começamos. João afinou as vozes e Ligia afinou o teatro. O canto no teatro. Marcamos o ensaio de música dois dias antes do espetáculo devido a prejudicialidade de se cantar um dia antes da peça. Cantamos parados e nos movimentando, entendendo fôlego, respiração e força. Os lugares de subir e descer, a consciência dos vícios na voz e todos como um coro. Ligia instigou a busca das mulheres por vozes não-fragilizadas e cobrou força de todos no coro. Iniciamos pelas músicas de "Gaia - A Mãe Natureza", que apresentaremos nesta quarta na Feira Central pela Águas Guariroba e fomos até as 21:30 com as músicas de "Romeu e Julieta", que será apresentada em uma escola na quinta-feira. 1 minuto do ensaio foi registrado para nossa página do Facebook. Finalizamos para jantar. Organizamos a cozinha e a sala para o acontecimento. Sempre existe motivo para usar a palavra organizar. Somos muitos sempre em organização. Kelly comprou pães e frios e comemos sanduíches. Aumentamos a energia planejando viagens, casas de cultura e teatros. Somos planejadores. Encerramos as energias pelo planejamento do dia seguinte: trabalho. A semana é cheia e precisamos descansar. Nosso grupo do Whatsapp finalizou com fotos do dia e uma mensagem sobre foco e pessoalidade. Nada é pessoal. Nossas potências são pessoais. E ainda assim são coletivas. Descansamos as costas nos colchões e chãos conforme as necessidades. O teatro está intimamente relacionado com as costas do outro. Boa noite.


20/03/2017.


março 20, 2017

DIÁRIO DE BORDO: 19/03/2017

março 20, 2017
   Acordamos em bando às 8:00. Tomamos café da manhã por necessidade para partirmos ao trabalho. Pegamos nossas roupas de trabalho, instrumentos de trabalho e partimos em nosso carro de passeio. Passeamos a trabalho. Chegamos no shopping e reconhecemos nosso espaço. Os chegados antes, Azar e João, passavam as músicas. Colocamos os últimos detalhes em cena no palco já arrumado pelo ensaio da noite anterior. Figurinos na arara e sapatos no pé, iniciamos o ensaio de "A Bela e a Fera". Passamos a peça inteira com música, coreografias e interrupções necessárias buscando não perder os ganhos da noite anterior. Ligia e Fernando nos cobraram atenção ao espetáculo e às marcações estabelecidas. Respeitar marca sem cumprir função. A necessidade da consciência corporal para uma melhor movimentação. Jogar um balde como quem joga um balde. Teatro é colaborativo mas tem diretor. Terminamos e fomos almoçar o possível. Comemos e voltamos ao trabalho. Nos encontramos palhaços passando o som com seus microfones. Encontramos problema e tentamos resolver problema. Fernando fez a primeira boca de palhaço em Azar. Como nascem os palhaços. Certo dia, Fernando fez minha primeira sobrancelha. Às 15:15, nossas mãos se juntaram e os microfones transmitiram o Toi Toi Toi para quem existia lá fora. O cortejo nos levou a um Arena Bosque cheio, onde apresentamos "A Bela e a Fera". Gabriel gravou o espetáculo e Daniel fotografou. Preta assistiu. Reconhecemos as frouxidões e os teatros no camarim. Tenho achado que o contrário do teatro é a frouxidão. O balde poderia ser melhor. A fala não deveria ter ralentado. Mixirica esteve bem como princesa. A cena do casal foi bonita. Precisamos de um melhor tratamento de som. Semana que vem tem Robin Hood. Os próximos espetáculos, as próximas belas e feras, heróis e bruxas são oportunidades de fazer bem. Tentemos. Nos separamos em nossas particularidades e nos juntamos para jantar. Comemos pizzas e tomamos sorvete. Parece que comemoramos algo. Nos despedimos da comemoração e uns dos outros. Luzes apagadas e cachorros dormindo, o dia acabou. Bom dia.


19/03/2017.


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